não posso amar, porque não posso amar menos amo e morro amo e deixo
aqueles olhos da menina na calçada ainda abrem e fecham dentro de mim...
chorei, depois de tanto tempo me sinto triste, tão triste queria poder te ajudar, pequena lavar teu sorriso encardido te botar pra dormir e contar estórias falsas assim como a minha agora
How is it, when we cannot escape?
When life assumes so incredibly huge proportions that one simply cannot stop it?
That is us, when masks remain for so long over our faces that we forget what is under it.
And here comes my solution: one should appear naked on a blind spot and ask oneself: how do I stack up now?